
Fui pra uma Solange Modas, procurar pra ver se achaava e necas, não tinha uma decente, e eu eu fiquei lá murcho, arrastando os pés.
Dei mais uma voltinha pela loja, frustrado daquele jeito idiota quando a gente se frustra porque não tem o produto que a gente quer. Fiquei animado quando achei uma camisa roxa escura lisa, e mais ainda em encontrar uma cinza, essa ai, uma camissa lindaa . Sorri em direção ao caixa , ja pronto pra comprar, quando lembro de ver o preço. Nossssa 65,00!!!!
Veja bem, para pessoas normais, se acham caro , simplismente não levam e saem caladinhos da loja triste por causa dessa sociedade capitalista de consumo e que gera um sentimento de infelicidade e insatisfação no indivíduo assalariado.
Pessoas normais, eu disse. Não gente como eu.
Meti a bocaaa msm!
Sai de la fudido da cara...
Mas eu amei tanto ela, que fiquei pensando na camisa abandonada lá. Ao vento. Ao léu. À própria sorte.
Olhava ela viitrinee , ela me olhava, e estávamos de paquera.
Ela me chamava:
- Vem cá, Reh, vem me experimentar, vem .
E eu, covarde, fugia:
- Não posso, você é muito cara.
- Você sabe que você quer.
- Eu quero, mas tenho vergonha.
Tive algumas vezes essa conversa alucinógena com uma camisa, até que ontem, num rompante de coragem e ousadia, peguei o negócio e trouxe pra casa. Depois de pagar, viu gente, que ainda não tô cleptomaniaco.
KKKKKKKKKKKKKKKKKkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkskskkskskssss...
Ate eu rio das coisas que escrevo akii.
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